EM NOME DO SENHOR JESUS.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

PROJETO DAS CONGREGAÇÕES UNIDAS NA TERRA.




PROJETO DAS CONGREGAÇÕES CRISTÃO UNIDAS.
CAPITULO l
Artigo 1º - Todas as denominações do estilo Congregacional pode ser coirmãs e participar do mesmo sistema unificado. Mesmo com registro na receita e cultura diferente, portanto um CNPJ: Próprio, com administração formada, gerenciando suas finanças e despesas, poderá unificar em um único sistema Espiritual, mantendo alguns Itens básicos da Doutrina Apostólica, Quando as demais regras que cada uma adota, não pode ser motivo de contrariedade do sistema. Desde que não fujam da meta Espiritual que aprendemos na Doutrina ensinada pelos Apóstolos do Senhor Jesus.
§ 1º - Todas as Igrejas Congregacionais, têm que observar a Doutrina que aprendemos I Coríntios, Capítulo 11 as Irmãs fazer usos do Véu na Igreja, e quando cultuar a Deus. 

§ 2º - Todas as Igrejas Congregacionais, têm que observar a Doutrina que aprendemos Romano capítulo 16, Praticar a Saudação com Ósculo da Caridade entre si, Irmãos com irmãos e Irmãs com Irmãs, não somente na Igreja mais a onde cultuar a Deus.
§ 3º - Todas as Igrejas Congregacionais, têm que observar a ordem no culto, assentos separados, entre homens e mulheres na Igreja.
§ 4º - Todas as Igrejas Congregacionais, têm que observar o sistema de oração, Deus usará de quem “ÊLE” achar Graça, seja Irmão ou Irmã, um ora e os demais o acompanha selando com “AMEM” e Glorificando a Deus por tudo o que o Senhor dá de ser pedido na oração, fazendo uso das orações na Igreja e nos cultos a Deus sempre ajoelhado, sempre em o Nome de Jesus, e para encerrar com a Palavra Deus seja louvado.
§ 5º - Todas as Igrejas Congregacionais, têm que observar o mesmo andamento do culto, Inicio sempre com a Palavra Deus seja louvado, Iniciamos este culto de Louvores e Graça, e Nome do Senhor Jesus, todos os presentes respondem “AMEM”, Todo o Movimento que for apresentar deve usar a frase “DEUS SEJA LOUVADO”, Testemunho, Louvores a Deus, recitar um Salmo, tanto no inicio como ao findar esta frase é o gerenciamento do sistema.

CAPITULO Il

Artigo 2º - Todas as Igrejas Congregacionais, tendo a sua Administração própria ou sendo filiada a um Registro, tem a jurisdição de responder pelos seus atos, seja na Receita Federal, Justiça ou a qualquer outra causa. Poderá recorrer as Igrejas parceiras com ajuda Espiritual, ou material quando houver um entendimento entre si, usando as seguintes formas, comodato, Empréstimo, Doações, ou cooperação mútua. Devendo as Igrejas Congregacionais compartilhar sem restrição o Ministério Espiritual, Convencional, se atacar pequenas diferenças que o Ancião local tem aplicado com os consentimentos da irmandade local. Vivenciar entre os Ministros um acordo de Discípulos de Cristo conforme o seu “IDE”.

§ 1º - Todas as igrejas Congregacionais, devem utilizar dos princípios básicos que identificam entre si, não deve disputar almas, pois estas pertencem a Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, havendo um contato de alguma Cidade, procura a Igreja mais Próxima para dar o atendimento, quanto o domínio é de todos os Anciães, sempre o mais Próximo responderá pelo novo grupo, indiferente do Nome que queira usar, vamos estar unidos nos cinco Itens básicos da nossa doutrina.

§ 2º - Quando um Servo for convidado para atender um Serviço em outra Regional, e não dispuser de recurso para a viagem, a Igreja que a convido, compromete a fazer uma contribuição com a irmandade local para suprir as despesas do Servo que foi requisitado para o atendimento. Nunca devemos oferecer para atender regiões de outro Ancião, quando sentir de visitar é de suma responsabilidade, não poderá cobrar suas despesas.
§ 3º - Todas as Igrejas Congregacionais, devem usar o mesmo sistema de contribuições voluntárias, exemplos de coletas para o Social da Igreja, Construção, Manutenção das despesas em geral, Viagem para atender os Servos no atendimento da Obra na sua Região e Congresso, em casos especiais fazem contribuição Especial para a finalidade.
§ 4º - As Igrejas Congregacionais, não é proibida de satisfazer a irmandade, estando de acordo com o povo, Usar ou não Playbech, Violão, ou até um acordeom, para louvar a Deus, é necessário que seja músicas sacras, que edifique os que ouvem, nunca dançantes, nem em forma de Show Gospel, ensinando a irmandade que não faz parte da doutrina é um costume local, Ler um Salmo na Bíblia ou recitar, Podendo ser Crianças, Jovens e adultos, conforme se sentires guiado por Deus sem extrapolar o horário dentro dos 30 Minutos dos testemunhos. Quando visitar outra Igreja, devem ater nos princípios básicos, não doutrinar nem ensinar costumes locais, doutrina e ensino pertence ao Ancião da Localidade.
§ 5º - Todas as Igrejas Congregacionais, devem fazer usos dos 28 Itens da Doutrina já considerados, este é suficiente para redargüir, corrigir, e admoestar a Igreja de Cristo na terra. Havendo necessidade de alguma coisa a mais fica a Critério da Congregação local, não pode envolver as demais Igrejas Congregacionais do grupo.

CAPITULO IlI
Artigo 3º - Todas as Igrejas Congregacionais, têm que caminhar juntas na união Espiritual, confeccionar Hinários em conjunto com o nome da Igrejas Reunidas, Cada uma adquire os seus Hinários a preço de custo e repassa aos seus da mesma forma. É necessário um mesmo hinário, tanto de canto como musical, para não atrapalhar a orquestra que devem participar de ensaios Regionais juntos, Bem como Pedidos de oração, Louvores, e Livros de coletas devem ser compartilhado entre todas com um só modelo oficial. Quando houver condições podemos confeccionar Bíblias com o nome do Grupo, versão João Ferreira de Almeida atualizada.

§ 1º - Em todas as convenções gerais, trata-se de assuntos beneficente e abrangente a todo o grupo, Nestas convenções não apresenta assuntos locais, estes devem ser tratados com o Ministério da localidade, Precisando de ajuda convida um companheiro Ancião mais Próximo para ajudar a resolver. 
§ 2º - Nestas convenções é apresentado e orado para os seguintes obreiros, Ancião e Diácono, O Ancião será consagrado para o Ministério e Ungido com Óleo, o Diácono Ordenado para atender uma ou mais região, mesmo com nome e CNPJ Diferente de Igual modo o Ancião. É preciso observar que, a apresentação Ministerial deve ser feita pelo Ancião que responde pela Região, quanto a Ordenação fica a Critério de convidar outro Servo para fazê-lo.
§ 3º - Apresentação de cooperador oficial, de Jovens e Irmãs Diaconisa, deve ser realizada na regional que o Ancião atende, o Cooperador oficial será ordenado, o de jovens e irmãs Diaconisa será Oficializado. Ficando a Critério do Ancião da localidade fazê-lo, ou querendo convidar um companheiro para estar junto fica bom e agradável. Formação de administração, o Ancião da Localidade escolhe os membros, depois de marcado assembléia geral, querendo pode convidar outro para Presidir. Outros como irmãos e irmãs para atender as portas, Professores de músicas e responsabilidade do Ministério local, Maestro e maestrina fica a critério da Regional da Localidade.
§ 4º - Tosa as igrejas Congregacionais, têm que trabalhar com a evangelização, Restauração de Almas, acompanhamento para ver se realmente esforça para ser restaurado, aproveitar na música, e conforme sua evolução vai usando no Ministério. Não devem praticar a tolerância de rebatizar, à quem já foi emerso em águas e creu em Jesus Cristo, Não julgar outras denominações, ao receber um visitantes não oferecer púlpito, eles vieram conhecer o nosso trabalho. Quando decidir ficarem Membros devendo os ensinar os cincos itens básicos, e não tolerar costumes advindos de fora.
§ 5º - Todas as Igrejas Congregacionais, devem compartilhar o Ministério Espiritual, celebrar a Santa Ceia anual, servida com Pão sem fermento e Vinho natural, consciente que o Cálice não é o frasco de vidro ou de qualquer outra matéria, o conteúdo após a Oração devem ser repartido em pequenos frascos separado da mesma forma o Pão picado e repartido a todos. Devendo ser padronizada em todas numa mesma forma de atendimento, Cooperador ora pelo Pão, Diácono pelo Vinho, Servido a Igreja ajoelhada na frente da mesa. Havendo consenso outro Ancião atende sem preocupar com a forma, todas agem de uma mesma forma, Isto quando convidado pelo Ancião local.

CAPITULO IV
Artigo 4º - Todas as Igrejas Congregacionais, serão Unidas após uma Reunião Ministerial, comprometendo em obedecer os itens básicos do grupo, redigindo uma “ATA” oficializando a adesão no Grupo das Congregações Unidas. Fica aberto para todas que desejarem fazer parte do Grupo é necessário observar apenas os cinco itens da Igreja Apostólica. Quando aderido passa a usar a mesma sigla Ministerial, e podendo compartilhar o trabalho da obra de Deus na terra. Todos os Ministros receberão uma Credencial Ministerial com o modelo das Congregações Unidas para participar de Reuniões Ministeriais e convenções conforme o ministério que ocupa.

§ 1º - As convenções anuais devem ser marcadas com antecedência, para enviar convites a todos componentes Ministerial, escolhendo o local com condição de abrigar o povo, a organização que oferecer este espaço receberá contribuições de todo o grupo para manter a despesa da Reunião, todos os participantes devem fazer contribuições na sua Igreja para Esta finalidade.
§ 2º - Quando escolhido a localidade serão notificados todos os que devem participar, a Reunião será dividida em blocos, primeira o conselho reúne para averiguar se tem algo para tratar a respeito doutrinário que beneficie todo o grupo. Quanto a Presidência da Reunião fica a critério do Presidente do Conselho, ou ao seu Vice, em sua ausência qualquer um Ancião do Conselho pode Presidir.
§ 3º - Formação do Conselho Ministerial, tem que ser igualitário para as Igrejas que compõem o grupo, Número Iguais, para todas. Os ocupantes do Conselho serão indicados pela Organização que pertence, será empossado através de uma “ATA” que registra o Nome e endereço dos participantes. Quando formado, numa Reunião Escolhe Faz uma Eleição, podendo formar quantas chapas quiserem, a eleita assume os cargos por quatro anos. Para preitear os cargos é necessário o conhecimento básico da Doutrina e a forma de conduzi-lo a reunião, A Chapa será formada com quatro Membros, Presidente e Vice, Secretário e Vice, pode ser por votos secreto ou por aclamação. O Presidente e Vice têm que ter uma Boa oratória e ser conselheiro, saber segurar quando necessário para não fugir da Doutrina básica do Grupo. O Secretário e Vice têm que ter conhecimento de documentos, redigirem atas, convites, e registros dos documentos em cartórios. A Chapa eleita será apresentada a todos no Congresso.
§ 4º - As convenções podem ser compartilhadas um ano em uma Cidade outro em outra Cidade, de Preferência onde ofereça maior acesso dos participantes, e condição de abrigar todo o grupo. Quanto o gerenciamento do Congresso e pauta tem que ser programada com antecedência, para não fugir dos itens básicos do grupo. Os assuntos peculiares de cada região, só podem ser apresentados em pauta se na verdade vem a ser necessário para todo o grupo.
§ 5º - Sempre que necessário as Regionais manterão suas reuniões ministerial, nesta não Precisa o conselho estar presente, ela será Presidida pelo Ancião da Regional, mesmo que não faça parte do Conselho. Havendo necessidade de um companheiro convida um Servo mais Próximo onde não onera uma despesa de viagem muito grande. Seguimos a União, conforme o Salmo 133 nos recomenda, e outro grupo não pode interferir nos assuntos da outra regional, é de estreita consideração do Grupo. Devemos exercitar o “AMOR” conforme I Coríntios 13, sem nenhum Interesse pessoal. Ouvir mais e falar de menos, assim conseguimos dar bom testemunho, tanto aos que estão dentro e fora do nosso grupo. Precisamos mostrar a diferença entre os que Servem e os que não Servem a Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Email paulino_ccapostolica@hotmail.com
Fone Tim 04143 99124660

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