EM NOME DO SENHOR JESUS.

terça-feira, 16 de julho de 2013

ESTATUTO DA CCU

A OBRA DE DEUS NÃO É UMA INSTITUIÇÃO, É O AMOR DE CRISTO AOS FIEIS.
 AQUI ESTÁ AS RAÍZES DAS IGREJAS CRISTÃ E IRMÃS NA ORQUESTRA.




CONGREGAÇÃCRISTÃ UNIDA
SEDE ADMINISTRATIVA
Rua Nossa Senhora de Fátima nº 817.
CEP: 86.828-000 – Mauá da Serra-Paraná – Brasil
CNPJ: Solicitar Receita federa Jurisdição do Paraná.





ESTATUTO


CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA
Ano - 2013
A CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA sendo uma entidade religiosa que está fundamentada na Doutrina do Senhor Jesus Cristo, seguindo o exemplo Apostólico. Que por inspiração do Espírito Santo, a um grupo de Servos de Deus século XXI, resolvem dar continuidade na Obra de Jesus Cristo, iniciada no dia de Pentecoste em Jerusalém Atos dos Apostolo cap.02, aproximadamente no ano 33 do Senhor Jesus Cristo. Este Grupo não tem outra hierarquia que não seja reconhecido na Sagrada Escritura, rigorosamente no fundamento da Doutrina ensinada e pregada aos Apóstolos que deram a Vida para garantir a continuidade da Igreja nos seus dias e até a Vinda do Filho de Deus, para resgatar os fieis que o Serviram nesta Terra no porte de Filhos de Deus gerado pela sua Palavra e evangelho.
Chegando ao Brasil através de vários Servos de Deus Missionários, que serviram a Deus com a Luz do Espírito a eles concedido durante o seu Ministério, conforme a Luz da Palavra de Deus percebem que o domínio humano volta a operar na Igreja, inviabilizando o verdadeiro sentido dos Cristãos e da Doutrina Apostólica. Na Obediência da Palavra de Deus, este grupo fundamentado no conhecimento do inicio da Obra de Deus na terra, elabora o Estatuto e Regimento Interno incluso, que abaixo da suprema autoridade do Senhor Jesus o Cristo, todos são regidos por estes documentos. Em obediência as Leis da terra, foram Registradas no Cartório de Títulos e documentos o Estatuto, aprovado em Assembléia Geral do Dia ...../....../2013,  Após registro no Cartório da Comarca de Marilândia do Sul.

ESTATUTO SOCIAL DA CONGREÇÃO CRISTÃ UNIDA.

Capítulo Primeiro
Denominação, Sede, Prazo de Duração e Finalidade, onde for registrado.

Título I
Denominação, Sede, Prazo de Duração enquanto houver fieis.

Art. 1º - Sob a denominação de CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA, é constituída uma entidade religiosa fundamentada na doutrina apostólica (Atos 2:42 e 4:33), apolítica, sem fins lucrativos, salvo a despesas da Própria organização, constituída de número ilimitado de membros  e tem por finalidade propagar o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo conforme o seu IDE, Restaurar Alma uma vez arrependida conforme o amor a Deus recomendado ao Próximo, tendo por cabeça só a Jesus Cristo e por guia da Igreja o Espírito Santo, como previsto no Evangelho de São João, 16:13, sendo regido pelo Estatuto e Regimento Interno sem acepção de Pessoa ou cargo na Igreja.

Art. 2º - A CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA tem sua personalidade jurídica amparada nos dispositivos da Constituição da República Federativa do Brasil, no Código Civil Brasileiro e legislação pertinente em vigor.

Art. 3º - A CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA tem sede e foro na cidade de Mauá da Serra PR, com sua sede administrativa reconhecida na Rua Nossa Senhora de Fátima nº 817 Centro, CEP 86828-000, Mauá da Serra - PR.

§ 1º – A fim de cumprir sua finalidade a CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA pode organizar-se em tantas Unidades Administrativas e Casas de Oração, que se fizerem necessárias, as quais são regidas por Estatuto idêntico a este sem fugir dos Princípios doutrinários, evitando autoritarismo humano.

§ 2º – A CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA pode manter distribuidora junto as suas Igrejas, as quais são responsáveis pela distribuição de Bíblias Sagradas, hinários e véus, artigos esses usados nos cultos, de acordo com a sua Fé e Doutrina sem fins lucrativos ao povo de Deus.

§ 3º - Cada distribuidora faz a sua contabilidade, de forma segregada, de sua movimentação, que integra as demonstrações contábeis da Administração constituída nas Leis do nosso Estado maior, fazendo a declaração de isento ao fisco da sua movimentação anual mediante declaração.

§ 4º - A CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA pode manter em anexo às suas Casas de Oração depósitos dos itens relacionados no “caput” deste artigo acima mencionado desde que seja sem fins lucrativos.

§ 5º - O tempo de duração da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA é indeterminado, atendendo a continuidade dos fieis na Terra.

Título II
Finalidade

Art. 4º - A CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA conserva comunhão espiritual com comunidades religiosas que professam a mesma Fé e Doutrina no andamento da Palavra de Deus sem interferência no andamento dos cultos, aos visitantes abrimos liberdades quando não fugir do comportamento e Doutrina Apostólica.

Capítulo segundo
Fé, Doutrina e Ministrado Vede Doutrina Apostólica.

Art. 5º – A CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA é constituída por uma comunidade que aceita toda a Bíblia Sagrada na qual está contida nela a infalível Palavra de Deus, estando devotada a Jesus Cristo, Autor e Consumador da Fé Cristã, fundada no Principio da Doutrina Apostólica.

Art. 6º – A fé que a CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA propaga, consiste em magnificar sempre mais a celeste vocação, em cada um dos membros e reter a liberdade que oferece Cristo Jesus, Nosso Senhor nos franqueou com a Sua morte e ressurreição, para que Ele possa imperar com a Divina Graça nos corações dos remidos pelo Sangue do Concerto Eterno; e continua a guiá-los pelo Espírito Santo em toda a verdade em honra, louvor e glória a Deus nosso Pai! O que é eternamente Bendito no Filho de Deus. (No demais sejamos sóbrios, lançando sobre Ele toda a nossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de todos e de Sua Obra - I Pedro, 5, 7,8) o qual somos zelosos e prudentes em segui-lo.

Art. 7º – A doutrina professada na CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA é resumida nos doze pontos a seguir:

I - Nós cremos na inteira Bíblia Sagrada e aceitamo-la como contendo a infalível Palavra de Deus, inspirada pelo Espírito Santo. A Palavra de Deus é a única e perfeita guia da nossa fé e conduta, e a Ela nada se pode acrescentar ou d’Ela diminuir. É, também, o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê. (II Pedro, 1:21; II Tim. 3:16-17; Rom. 1:16).

II – Nós cremos que há um só Deus vivente e verdadeiro, eterno e de infinito poder, Criador de todas as coisas, em cuja unidade há três pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. (Ef. 4:6; Mat. 28:19; I João 5:7)

III- Nós cremos que Jesus Cristo, o Filho de Deus, é a Palavra feita carne, havendo assumido uma natureza humana no ventre de Maria virgem, possuindo Ele, por conseguinte, duas naturezas, a divina e a humana; por isso é chamado verdadeiro Deus e verdadeiro homem e é o único Salvador, pois sofreu a morte pela culpa de todos os homens. (Luc. 1:27; João 1:14; I Pedro 3,18).

IV- Nós cremos na existência pessoal do diabo e de seus anjos, maus espíritos, que, junto a ele, serão punidos no fogo eterno. (Mat. 25:41).

V- Nós cremos que o novo nascimento e a regeneração só se recebem pela fé em Jesus Cristo, que pelos nossos pecados foi entregue e ressuscitou para nossa justificação. Os que estão em Cristo Jesus são novas criaturas. Jesus Cristo, para nós, foi feito por Deus sabedoria, justiça, santificação e redenção. (Rom. 3: 24; I Cor. 1:30; II Cor. 5:17).

VI- Nós cremos no batismo na água, com uma só imersão, em Nome de Jesus Cristo (Atos 2:38) e em Nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. (Mat. 28:18-19).

VII- Nós cremos no batismo do Espírito Santo, com evidência de novas línguas, conforme o Espírito Santo concede que se fale. (Atos 2:4; 10:45-47 e 19:6).

VIII- Nós cremos na Santa Ceia. Jesus Cristo, na noite em que foi traído, tomando o pão e havendo dado graças, partiu-o e deu-o aos discípulos, dizendo: “Isso é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim”. Semelhantemente tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: “Este cálice é o Novo Testamento no meu sangue, que é derramado por vós”. (Luc. 22:19-20; I Cor 11:24-25).

IX- Nós cremos na necessidade de nos abster das coisas sacrificadas aos ídolos, do sangue, da carne sufocada e da fornicação, conforme mostrou o Espírito Santo na Assembléia de Jerusalém. (Atos 15:28-29; 16:4 e 21:25).

X- Nós cremos que Jesus Cristo tomou sobre si as nossas enfermidades. “Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da Igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor; e a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados”. (Mat. 8:17; Tiago 5:14-15).

XI- Nós cremos que o mesmo Senhor (antes do milênio) descerá do céu com alarido, com voz de arcanjo e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar nos ares e assim estaremos sempre
com o Senhor. (I Tess. 4:16-17; Apocalipse. 20:6).

XII- Nós cremos que haverá a ressurreição corporal dos mortos, justos e injustos. Quantos aos injustos estes irão para o tormento eterno, mas os justos irão para a vida eterna. (Atos 24:15; Mat. 25-46).

Titulo III
Ministros que Ministrarão serviços sacros

Art. 8º - A CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA no exercício da sua atividade propaga a fé cristã apostólica, dando cumprimento ao seu objetivo de agregar os fieis na Doutrina de Jesus Cristo e eleger Ministros com as devidas responsabilidades.

a)    Ancião ou Bispo Ministro Consagrado e Ungido com Óleo.
b)    Cooperador Ordenado com Imposição de Mãos do Ancião ou Bispo.
c)    Diácono Ordenado com Imposição de Mãos para o atendimento Social.
d)    Cooperadores Jovens e menor apresentado a irmandade e a mocidade.
e)    Irmãs da Piedade auxiliar dos Diáconos apresentado a Irmandade.
f)     Administração aprovado em Assembléia Geral com a irmandade.

Art. 9º - A participação e manifestação individual dos membros nos serviços religiosos fazem parte do culto e dependem do juízo de quem o preside, sob a guia de Deus. A ministração dos serviços sagrados estará sujeita à guia do Espírito Santo concedida ao ministrante. O culto da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA segue uma ordem pré-estabelecida; assim os pedidos de hinos, orações, testemunhos e a pregação da Palavra de Deus, são feitos de forma espontânea, baseados na inspiração do Espírito Santo. Os serviços são solenes com uma atmosfera formal; desse modo evitam-se manifestações individualizantes, mas preza-se a participação coletiva. Há uma série de práticas a ser seguidas na ministração dos cultos como: o uso do véu pelas mulheres; a saudação com ósculo santo entre irmãos e irmãs entre si; assento separado nas igrejas entre homens e mulheres; as orações são feitas de joelhos; pode haver até três orações no início do serviço e apenas uma no final, como agradecimento. Também são permitidas até reprise da Palavra no mesmo culto desde que não fuja do texto que foi lido, que é a referência naquele culto, todavia, por tradição providencial, costuma-se ter uma única pregação como suficiente para manter a boa ordem, evitando-se, assim, que uma pregação se sobreponha à outra. O padrão de realização do culto é igual em quaisquer de seus templos reconhecidos por este nome (Congregação Cristã Unida) com a escrita referencia (EM NOME DE JESUS CRISTO).
Capítulo terceiro
Membros, Direitos, Deveres e Penalidades

Título IV
Membros

Art. 10º - Quem aceitar Jesus Cristo como seu único Salvador, e Sua doutrina, conforme consta no art. 7º, submetendo-se ao sacramento do Batismo por imersão nas águas, ministrado segundo a fé e doutrina do Senhor e Salvador Jesus Cristo, com Exemplo Apostólico (IRMÃO - a  SEJA BATIZADO PARA PERDÃO DOS SEUS PECADO EM NOME DE JESUS CRISTO) este é admitido como membro e assume uma responsabilidade pessoal para com Deus, através da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA, outras frase é reconhecida quando batizado por imersão e creu em Jesus Cristo, estes não será rebatizado, salvo quando por iniciativa Própria do batizando.

Art. 11 – Sendo a CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA uma comunidade religiosa de doutrina apostólica, fundamentada na Bíblia Sagrada, nela não existe hierarquia humana com autoritarismo; entretanto, é respeitada a antiguidade entre os membros do Ministério com respeito, todos sofrem a obediência do mesmo Estatuto e Regimento Interno da Igreja, respeitando a ascensão de cada posto Ministerial na Igreja.

Art. 12 – A CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA não efetua registro de membros por entender que o vínculo é de natureza espiritual do fiel para com Deus. As decisões da Assembléia Geral são tomadas, em todas e qualquer convocação, pela maioria dos membros presentes, cuja forma de manifestação é por aclamação, podendo ceder credenciais aos Ministros da Igreja.

§ Único - O exercício de qualquer atividade voluntária em favor da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA por seus membros tem a natureza de oferta e assume a índole de liberalidade voluntaria.

Título V
Direitos

Art. 13 – A CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA mantém um serviço de assistência aos fiéis necessitados, conforme a guia de Deus, relacionado obra da Piedade ou assistência social, bem como as viagens de missões na Obra de Deus, quando reconhecido a finalidade.

Título VI
Deveres

Art. 14 - Os membros da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA, não respondem nem mesmo subsidiariamente pelas obrigações e encargos sociais e a mesma não impõe deveres exigíveis juridicamente nem outorga direitos materiais subjetivos aos seus membros, cumpre e fazem cumprir o Estatuto e Regimento Interno, sofrendo todos, a mesma penalidade quando o descumprido.



Título VII
Penalidades

Art. 15 - Os membros da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA que ocuparem quaisquer cargos ou funções, ministeriais ou não, só podem ser demitidos dos mesmos ou afastados do exercício deles, por deliberação do Conselho dos Anciãos ou Bispo e Outros, que sob a guia de Deus, decidem soberanamente a respeito, nos seguintes casos:

I - a pedido;
II - mudança para outra localidade;
III - assunção de compromissos que impliquem na ausência inevitável às reuniões ou na impossibilidade do atendimento pontual das exigências do cargo ou função;
IV - incapacidade física que os impeça de exercer o cargo ou função;
V - inidoneidade moral que os inabilite para o cargo ou função;
VI - improbidade ou desídia; e Infidelidade conjugal
VII - quebra da fidelidade à doutrina de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo que a CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA professa, a juízo do Conselho do Presbitério.
VIII – Quando não cumpre com o Ministério ocupado do qual foi Ordenado, deixando a desejar, ou enfraquecendo a Irmandade com sua deslealdade Ministerial.

Capítulo quarto
Administração, Assembléia Geral, Conselho de Presbítero, Ministério Espiritual e Conselho Fiscal

Título VIII
Administração

Art. 16 - A administração da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA é exercida por:

I – Assembléia Geral;
II – Conselho de  Anciãos ou Bispo;
III – Administração Patrimonial localizada na Regional
VI - Conselho Fiscal onde existem Administrações Formadas.

Art. 17 - À Administração da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA, é constituída no mínimo por (3 (três) membros sendo: Presidente, Secretário, Tesoureiro e/ou respectivos vices, indicados pelo Conselho de Presbítero de Ancião ou Bispo sob a guia de Deus, apresentados e empossados em Assembléia Geral da irmandade local, presidida pelo irmão Ancião ou Bispo que atender a localidade, aos quais outorgam para gerir o patrimônio e as questões administrativas, sempre em harmonia e sob as deliberações do Conselho de Presbitério da Igreja, na forma deste Estatuto.

§ Primeiro - Havendo necessidade poderão ser criados cargos, como: Vice-Presidente, 2º Secretário, 2º Tesoureiro e/ou Auxiliares da Administração, tudo conforme o disposto no “caput” deste artigo.

§ 2º À Administração compete administrar a totalidade dos bens patrimoniais localizados em um ou mais municípios, vedada a criação de mais de uma Administração para um mesmo município.

§ 3º A Administração pode ser extinta por deliberação do Conselho de Presbitério dos Anciãos ou Bispo, devidamente guiado da parte de Deus, devendo, tal decisão, ser ratificada pela Assembléia Geral da irmandade local.

§ 4º A Administração pode sugerir, sempre que se fizer necessário, a formação de Departamentos de Construções, Engenharia, Compra de Materiais, etc. Estas sugestões devem, sempre, ser submetidas à aprovação do Conselho de Presbítero dos Anciãos ou Bispo.

Art. 18 – O mandato dos membros da Administração é de (4 (quatro) anos, permitida a recondução ao cargo.

§ Único- Os administradores substitutos indicados para preencher cargos vagos, cumprirão o tempo restante do mandato dos membros substituídos.

Art. 19 – São atribuições da Administração:

a) dar cumprimento às deliberações das reuniões ministeriais, às disposições estatutárias e às deliberações das Assembléias Gerais;
b) participar dos trabalhos de compra e venda de imóveis, construções, reformas e manutenção de casas de oração e de toda a administração patrimonial e financeira da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA;
c) elaborar e apresentar anualmente à Assembléia Geral, até o último dia do mês de fevereiro, relatório circunstanciado de suas atividades, incluindo o movimento espiritual de Batismos e Ceias do Senhor Jesus Cristo, bem como o balanço e a apresentação das contas do exercício findo em 31 de dezembro de cada ano;
d) reunir-se periodicamente com o Ministério local e, em estreita colaboração com o mesmo, examinar e tratar dos assuntos materiais da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA;
e) cuidar, com todo o zelo e diligência dos valores preparados por Deus nas coletas e ofertas;
f) manter em perfeita ordem todos os livros contábeis, auxiliares e de atas, com escrituração atualizada, guardando os respectivos documentos comprobatórios em ordem cronológica, inclusive os títulos de propriedades.
g) zelar pelo patrimônio da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA;
h) prestar os informes e obrigações junto às autoridades e órgãos governamentais, em cumprimento do dever legal.

Art. 20 – É terminantemente vedado à Administração:

a) intervir no Ministério Espiritual da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA, não podendo instituir, destituir nem afastar seus integrantes, atribuição essa que é de exclusiva competência do Conselho de Presbítero de Anciãos ou Bispo, nos termos deste Estatuto;
b) abonar, avalizar, endossar títulos, prestar fianças ou qualquer garantia em favor de terceiros, em nome da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA;
c) pleitear em nome da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA, junto a entidades; e órgãos governamentais ou privados, auxílios ou subvenções de qualquer natureza;
d) utilizar-se de quaisquer bens ou valores pertencentes à CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA, para fins estranhos aos interesses da mesma.

Art. 21 – A CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA pode outorgar, a membros da mesma fé e Doutrina, procuração para representá-la, com poderes específicos de Procurador por prazo não excedente a um ano, da sua outorga. Em tais situações devem ser nomeados no mínimo (3 (três) membros para este finalidade, cujos atos devem ser assinados no mínimo por 2 (dois) Membros da Administração oficial, vedado o substabelecimento do poder de procurador que ultrapasse um ano, isto é dentro da abrangência Estaduais.

Art. 22 - Os integrantes do Ministério e da Administração respondem pelos excessos eventualmente praticados que ocasionarem danos morais ou patrimoniais à CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA ou a terceiros.

Art. 23 - A CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA, não se responsabiliza pelos atos pessoais praticados por qualquer dos seus membros.

Art. 24 – São atribuições do Presidente:

I – Representar a Entidade em todas as ocasiões e onde se fizer necessário, ativamente ou passivamente, judicialmente ou extrajudicialmente;
II – Cumprir e fazer cumprir este Estatuto e o Regimento Interno;
III – Firmar convênios com Casas Bancárias e Entidades públicas ou privadas;
IV – Convocar e presidir as reuniões da Administração;
V – Convocar a Assembléia Geral;
VI – Nomear auxiliares quando se fizer necessário, de comum acordo com a Diretoria e Presbitério;
VII – Assinar em conjunto com Secretário e Tesoureiro, todos os cheques, ordens de pagamento e títulos que representem obrigações financeiras e as contas bancárias da Entidade;
VIII – Assinar os termos de abertura e encerramento dos livros da Entidade, rubricando todas as páginas dos mesmos, bem como, os documentos emitidos em nome da mesma;
IX - apresentar em Assembléia Geral Ordinária o movimento espiritual e material, bem como as demonstrações contábeis da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA;

§ Único. O Presidente, em suas faltas, é substituído pelo Vice ou Secretário; não havendo este, por qualquer dos Administradores titulares no exercício do cargo com avaliação de Ancião ou Bispo.





Art. 25 – São atribuições do Secretário;

I – Secretariar as reuniões da Administração e do Ministério Espiritual redigindo as atas das mesmas, mantendo sob sua guarda e responsabilidade, os livros e atas;
II – Fazer publicar todas as notícias das atividades da Entidade, bem como, redigir as correspondências, relatórios e outros documentos análogos da mesma;
III - Zelar pelo arquivo documental da Entidade, mantendo-o sempre em ordem.
IV - movimentar as contas bancárias conjuntamente com o Presidente, Tesoureiro ou seus substitutos.

§ Único. O Secretário, em suas faltas, é substituído por um membro indicado pelo Conselho do Presbitério de Ancião ou Bispo.

Art. 26 – São atribuições do Tesoureiro:

I – Contabilizar as contribuições dos membros, rendas, auxílios e donativos, mantendo em dia a escrituração dos mesmos;
II – Efetuar o pagamento das contas autorizadas pelo Presidente;
III – Apresentar relatórios de receitas e despesas, sempre que forem solicitados pela Administração, Conselho de Anciãos, Conselho Fiscal e Assembléias Gerais, devidamente conferidos e assinados por profissional habilitado;
IV – Apresentar o relatório financeiro para ser submetido à Assembléia Geral;
V – Apresentar semestralmente o balancete ao Conselho Fiscal e anualmente o Balanço de encerramento do exercício;
VI – Conservar, sob sua guarda e responsabilidade, os documentos relativos à tesouraria;
VII – Manter todo o numerário em estabelecimento bancário;
VIII – Zelar pelo recolhimento das obrigações fiscais tributárias, previdenciárias e outras, devidas ou de responsabilidades da Entidade;
IX – Proceder ou mandar proceder a escrituração e fechar o livro caixa trimestralmente, conservando-o sob sua responsabilidade, bem como, todos os documentos relativos à Tesouraria;
X – Assinar, com o Presidente e o Secretário, todos os cheques, ordens de pagamento e títulos que representem obrigações financeiras da Entidade.

§ Único - O Tesoureiro, em suas faltas, é substituído por um membro indicado pelo Conselho de Presbítero de Anciã ou Bispo.

Título IX
Assembléia Geral

Art. 27 – A Assembléia Geral da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA é o órgão soberano e competente da Entidade e se constitui de todos os membros, que estejam em pleno gozo de seus direitos estatutários.

Art. 28 – A realização da Assembléia Geral é feita por convocação, do Conselho de Bispo em conjunto com o Presidente da Administração que assina o edital, a quem cabe também presidi-la, nas hipóteses previstas neste Estatuto o ato da administração.

Título X
Conselho de Presbítero e Bispo

Art. 29 - O Conselho de  Ancião e Bispo da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA é composto pelos mais antigos com experiência no Ministério, ou com conhecimento e maturidade, mesmo novato no Ministério que tenha as devidas qualificações, que em seu conjunto formam o Conselho de Anciãos ou Bispo, constituído pelo número máximo de (03 (três) Membros de cada Estado, segundo a guia de Deus pelo sentimento e Luz do Espírito Santo, escolhido de dentre o (OS ANCIÃOS OU BISPOS) da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA que apresentarem as virtudes consignadas no Santo Evangelho e carta à (I Tim. 3:1-7 e 8-13; Atos 6:6; Tito 1:5-10; I Pedro 5:2-3).

§ Primeiro – O Conselho de Ancião ou Bispo da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA pode ter quantos membros for necessário observando a capacidade de igualdade por Estados, conforme o disposto no Caput deste artigo tendo mandato vitalício, desde que não descumpra o que está estabelecido no Art. 15 e suas alíneas, deste Estatuto.

§ 2º - Em caso de renúncia ou vacância do cargo ocupado por um dos membros, a vaga é preenchida por substituto indicado pelos outros membros do Conselho de Ancião ou Bispo representado pelo Estado;

Art. 30 - O Conselho de Anciãos ou Bispo é constituído e empossado em Assembléia Geral ou Convenção da Igreja, presidida pelo conselheiro Ancião ou Bispo eleito Presidente do Conselho; ou em sua ausência a quem for indicado desde que seja do grupo de conselheiros que represente um Estado e com habilidade para tal finalidade.

Art. 31 – São atribuições do Conselho do Presbitério de Bispo:

I – O Conselho de Ancião ou Bispo tem as atribuições de observar o cumprimento da Doutrina e da Ministração da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA em geral, poderes que lhe são conferidos por este Estatuto;
II – Apresentar e oficializar Cooperadores do Ofício Ministerial e Eclesiástico, Encarregados de Orquestras locais e regionais e Examinadoras de músicas conforme necessário;
III – Ordenar novos Diáconos;
IV – Ordenar e consagrar novos Anciãos ou Bispos;
V – Indicar membros e formar nova a Administração;
VI – Tratar de assuntos do Ministério da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA numa forma Geral e imparcial;
VII – Destituir Administradores e administrações, Cooperadores do Ofício Ministerial, Diáconos e Presbítero e até Bispo, quando infligir este Estatuto.
VIII – Disciplinar qualquer membro ou Ministro que faça parte da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA; quando o mesmo não estiver observando a doutrina prevista neste Estatuto ou descumprindo suas funções Ministeriais.

§ 1º – Os membros do Conselho de Ancião ou Bispo desempenham suas funções e atribuições sem quaisquer tipos de remuneração ou coações de companheiros do Ministério desde que esteja no fundamento de (I Tim. 3:1-7 e 8-13; Atos 6:6; Tito 1:5-10; I Pedro 5:2-3).
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Título XI
Ministério Espiritual

Art. 32 - O Ministério Espiritual da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA é composto de Ancião ou Bispo, Cooperador, Cooperador de Jovens e Menores e Diácono.

Art. 33 - Ao Ministério de: Ancião ou Bispo e Cooperador, do ofício ministerial da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA cabem o exercício de todas as atividades espirituais; e cultos de adoração a Deus, bem como, a ministração dos serviços sagrados, na forma prevista neste Estatuto, vedando-se nesse caso, qualquer tipo de interferência dos administradores, a não ser que o administrador faça parte do Ministério Espiritual da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA.

Art. 34 – Os irmãos  Anciãos ou Bispo são Consagrados e Ungidos com Óleo, diferenciando dos demais Cooperador e Diáconos que são ordenados com Imposição de Mãos do Ancião ou Bispo, Ambos devem estar de acordo (I Tim. 4:14), e os Cooperadores de Jovens e menores são apresentados e oficializados, conforme deliberação do Conselho dos Anciãos ou Bispos, segundo a guia de Deus pelo sentimento do Espírito Santo, dentre os membros da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA que apresentarem as virtudes consignadas no Santo Evangelho e a carta (I Tim. 3:1-7 e 8-13; Atos 6:6; Tito 1:5-10; I Pedro 5:2-3). Primeiro Indicado como cooperador, segundo seu desempenho Oficializado no Ministério com ascensão a qualquer outro de acordo seus Dons.

§ Único – A Consagração ou ordenação, bem como apresentação sempre é realizada por um Ancião ou Bispo, no caso de cooperadores de Jovens e Menores podem ser Apresentado por um Cooperador dentre os mais antigos no Ministério, de comum acordo com o Conselho  dos Anciãos ou Bispos.

Art. 35 – Os serviços de culto nas Casas de Oração são presididos pelos irmãos Anciãos ou Bispo, Cooperador, em sua ausência os Cooperadores de Jovens e Menores ou Diácono do Ofício Ministerial, os quais devem vigiar na liberdade do Espírito Santo e em todo o tempo, para que nenhuma coisa estranha ao Santo Evangelho seja manifestada quanto à pregação deixa guiar-se pelo Espírito Santo.

Art. 36 – Os serviços sagrados de Batismo e Santa Ceia são ministrados pelo Ancião ou Bispo que atende a Região.

Art. 37 – Aos irmãos Diáconos compete o atendimento da Obra da Piedade, podendo ser auxiliados por irmãs preparadas por Deus para essa finalidade. Na sua falta, tais atribuições são exercidas pelos demais integrantes do Ministério Espiritual.

§ 1º- Aos irmãos Diáconos compete dar assistência às casas de oração quanto ao recebimento de coletas e ofertas e à remessa dos valores que devem ser depositados em estabelecimentos bancários, bem como aplicar aquelas destinadas às Obras Pias e viagens missionárias. Todos os prontuários, em função do caráter eminentemente sigiloso, serão mantidos em poder dos mesmos, que em tudo se farão guiar por Deus. A documentação contábil será encaminhada à Contabilidade no final de cada mês.

§ 2º- Os Diáconos ou irmãos responsáveis pelo atendimento da Obra da Piedade e viagens missionárias, mediante procuração específica outorgada pela CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA, recebem poderes para movimentar conta bancária especial para os devidos fins quando fizer necessário. Essa conta é do tipo; não solidária e só pode ser movimentada por (2 (dois) irmãos, devendo conter sempre (2 (duas) assinaturas. Onde houver Diáconos, estes obrigatoriamente assinam pela mesma.

§ 3º- Os Diáconos, na escrituração das despesas decorrentes do exercício de suas atribuições, podem ser assessorados por um contabilista, casso seja necessário, ou uma irmã que possa fazer a escrituração do atendimento.

§ 4º- Aos irmãos Diáconos e/ou responsáveis pelo atendimento das Obras Pias e viagens missionárias, aplica-se o disposto nas alíneas “b”, “c” e “d”, do art. 37 deste Estatuto.

Art. 38 – A fim de conservar a unidade de Espírito entre o povo de Deus, são realizadas, anualmente, reuniões gerais de ensinamentos, de irmãos Anciãos ou Bispo, Cooperadores, Cooperadores de Jovens e menores, Diáconos e outros da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA de todo o País, assim como, dos que vem do Exterior e que seguem a mesma Fé e Doutrina.

§ 1º - São realizadas também reuniões com a mesma finalidade no Estado que for necessário que foi previamente tratado em Reunião Geral do Ministério, as quais devem ser presididas pelos irmãos Anciãos ou Bispo mais antigo ou faça parte do Conselho de Ancião ou Bispo no Estado. Estes presidem as reuniões gerais anuais e nelas devem ser expostos os mesmos ensinamentos apresentados nas reuniões gerais de ensinamentos, conservando-se a unidade de Espírito e o Fundamento de nossa Fé e Doutrina Apostólica.

Título XII
Conselho Fiscal

Art. 39 - O Conselho Fiscal é formado por 03 (Três) membros, indicados pelo  Ancião ou Bispo e a contento da administração, sob a guia de Deus, apresentados e empossados em Assembléia Geral da irmandade local com responsabilidade anual, permitida a recondução ao cargo:

I - Em caso de renúncia ou vacância do cargo ocupado por um dos titulares, o mandato será assumido por substituto indicado pelo Conselho de Ancião ou Bispo;
II - O mandato do Conselho Fiscal será coincidente com o mandato da Administração, reeleito e empossado anualmente na obediência da Lei.

Art. 40 – Após indicados, os membros do Conselho Fiscal se reúnem em separado para decidir entre si, quem exerce a presidência do Conselho Fiscal.

Art. 41 - São atribuições do Conselho Fiscal:

I – O Conselho Fiscal tem as atribuições de fiscalizar e aprovar ou rejeitar as contas  da Administração, poderes que lhe são conferidos por lei.
II - Examinar os livros de escrituração;
III – Examinar e emitir parecer sobre os balancetes semestrais ou anuais apresentados pelo Titulares da Administração;
IV – Examinar e emitir parecer sobre o balanço anual de encerramento do exercício, encaminhando-o em tempo hábil à Assembléia Geral para aprovação;
V – Opinar sobre e aquisição e ou alienação de bens da entidade.

§ 1º – Os membros do Conselho Fiscal, associados ou não, desempenham suas funções e atribuições sem quaisquer tipos de remuneração.

§ 2º - O Conselho Fiscal se reúne Ordinariamente anualmente e Extraordinariamente, sempre que for necessário; por convocação própria; ou por convocação do Conselho de Ancião ou Bispo e Cooperador; ou da Administração, com antecedência a Assembléia Geral.

Art. 42 - Compete ao Conselho Fiscal, podendo ser assessorado por um ou mais contabilistas, no exame de todos os documentos contábeis, financeiros e patrimoniais, emitindo o competente parecer para ser transmitido à Assembléia Geral para ser aprovado pela irmandade.

Art. 43 - Nenhum membro da Administração, do Ministério Espiritual, do Conselho de Ancião ou Bispo e Cooperador, como administração e do Conselho Fiscal da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA é remunerado pelo desempenho de seus serviços e respectivas atribuições na entidade, durante o exercício da função ou cargo, entretanto, lhes é assegurado o direito de ser ressarcido por qualquer despesa feita em nome da Entidade, desde que, devidamente autorizada e comprovada por deliberação do Ministério Espiritual e Conselho de Ancião ou Bispo, em reunião Geral ou da Administração, não possuindo essa liberalidade natureza remuneratória.

Capítulo XIII
                                              Do Processo Eleitoral

Art. 44 - As indicações para o preenchimento de cargos de Presidente, Secretário e Tesoureiro da Administração e dos membros do Conselho Fiscal, pelo Conselho de Ancião ou Bispo, são realizadas na segunda quinzena do Mês de Fevereiro, a cada 04 (quatro) anos.

Art. 45 - A administração da entidade de Ancião ou Bispo, Cooperador, Diácono tem caráter de (VITALÍCIO), (Administração tem mandato de quatro anos na gestão, o Conselho Fiscal) tem o mandato de 01 (um) anos, podendo ser reeleitos novamente assim como os administradores.

Art. 46 - A indicação é dirigida pelo Conselho de Ancião ou Bispo e Cooperador, que nomeia como auxiliares para esse fim; um Secretário com a devida qualificação comprovada para a escrituração.

Art. 47 - Após a proclamação do resultado, o Ancião ou Bispo que preside convoca o Presidente, Secretário e Tesoureiro, bem como seus vices aclamados para os empossarem diante da Assembléia Geral, da mesma forma o Conselho fiscal.

Capítulo XIV
Patrimônio Social

Art. 48 - O Patrimônio da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA é constituído de: bens móveis, imóveis, semoventes, veículos, doações, legados, heranças, depósitos bancários, efetuadas por seus membros e quaisquer outras rendas permitidas pela legislação brasileira.

§ Único - A CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA não pode receber qualquer tipo de doação ou subvenção que possa comprometer sua independência e autonomia no cumprimento dos seus objetivos institucionais.

Art. 49 – Todo o patrimônio adquirido em nome da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA é fruto de contribuições e de ações voluntárias em benefício da mesma, que procura unificar-se sempre mais na fé apostólica em sua simplicidade e na sua sinceridade a Deus, conforme o Santo Evangelho, cuja Obra está sendo acompanhada pelo Senhor Jesus Cristo com seus sinais milagrosos, prometidos na Santa Palavra de Deus, não podendo, pois, ser dividido com qualquer grupo dissidente.

Art. 50 - A receita da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA é auferida exclusivamente por coletas e ofertas voluntárias e anônimas, cujos valores devem ser aplicados integralmente em suas atividades executadas dentro e fora do território nacional, observando-se fielmente suas finalidades.

§ 1º - As ofertas e coletas para custeio das atividades operacionais compreendem as destinadas ao atendimento da Obra da Piedade; viagens missionárias; manutenção de Casas de Oração e aquelas especiais, cuja finalidade tiver essa mesma natureza, e são registradas como receitas operacionais nos devidos livros de coletas.

§ 2º - As ofertas e coletas para investimentos destinam-se à aquisição de imóveis; construções; reformas de Casas de Oração; aquisição de bens móveis; instalações e aquelas cuja finalidade tiver essa mesma natureza, e são incorporadas diretamente ao Patrimônio Social da entidade.

§ 3º - Em decorrência da natureza de liberalidade, essas coletas e ofertas não geram qualquer direito ou benefício aos seus doadores, em tempo algum, sob qualquer pretexto.

Art. 51 – Os atos de administração do patrimônio da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA que, excedam a simples gestão, incluindo compram e vendam de bens imóveis, são previamente apresentados a Deus em oração conjunta do Conselho de Ancião ou Bispo, em conjunto com os cooperadores, Diáconos e Administração, para d’Ele se obter a confirmação, lavrando-se a seguir ata sobre a deliberação tomada para sua perfeita execução.

§ Único- A decisão de construir e/ou reformar imóveis da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA é deliberado em reunião conjunta do Conselho de Bispo, Presbítero, Diáconos, Cooperadores do Ofício Ministerial e Administração.

Art. 52 – O patrimônio da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA, em cada localidade, responde por suas obrigações. Os membros da entidade não respondem, nem mesmo subsidiariamente, pelas obrigações da entidade.

§ 1º - Todos os atos de aquisição ou disposição de bens imóveis devem ser assinados pelos Administradores em exercício da função, observadas as substituições previstas nos termos deste Estatuto.

§ 2º - Os valores pecuniários pertencentes à CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA devem ser depositados na conta corrente aberta pela mesma, em estabelecimento bancário da localidade. No movimento bancário é assinado sempre pelo Presidente e pelo Tesoureiro da Administração, observadas as substituições previstas nos termos deste Estatuto, quando for o caso do secretário.

Art. 53 – A CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA não distribui lucros, resultados, dividendos, bonificações, participações ou parcela de seu patrimônio, sob nenhuma forma ou pretexto.

Art. 54 – Em caso de cisma ou separação, o patrimônio permanece com a CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA, não assistindo qualquer direito ao grupo dissidente que dela se separar.

Capítulo XV
Prestação de Contas

Art. 55 - As demonstrações contábeis anuais devem ser conferidas e assinadas por profissional habilitado e depois; encaminhadas ao Conselho Fiscal na segunda quinzena de Fevereiro do ano seguinte para apreciação e homologação das mesmas.

Art. 56 - Até 28 de Fevereiro do ano seguinte à Assembléia Geral, juntamente com o parecer do Conselho Fiscal, para análise e aprovação pela Assembléia Geral onde existe Regional administrativa.

Capítulo XVI
Indicação de Cargos e Membros

Capítulo Quinto
Exercício Social

Art. 57 – O exercício social tem a duração de um ano, terminando sempre em 31 de dezembro de cada ano.

Art. 58 - No fim de cada exercício social, a Administração faz elaborar, com base na escrituração contábil da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA, um balanço patrimonial, com a Demonstração do Resultado do Exercício e uma Demonstração das Origens e aplicações dos recursos obtidos durante o exercício.

Capítulo sexto
Extinção

Art. 59 - A entidade pode ser extinta por deliberação da maioria dos membros, em qualquer tempo, desde que seja convocada uma Assembléia Geral Extraordinária com a finalidade específica.

Art. 60 - A entidade também pode ser extinta por determinação legal, ou Judicial.

Art. 61 - Em caso de extinção por deliberação, compete à Assembléia Geral, estabelecer o modo de liquidação e nomear o liquidante e o Conselho Fiscal que devem funcionar durante o período da liquidação.

Art. 62 - Liquidados os compromissos assumidos, a parte remanescente do patrimônio não pode ser distribuída entre os membros, devendo o mesmo ser doado a uma entidade congênere, desde que legalmente constituída e em plena atividade para ser aplicado nas mesmas finalidades da entidade dissolvida.

Art. 63 - Não havendo uma entidade qualificada nos termos dos artigos 54, o patrimônio remanescente é doado a Instituições de Apoio a Pessoas da Terceira Idade, existentes em cada município onde a entidade esteja presente.

Art. 64 – No caso de extinção de uma Administração por não haver mais membros na localidade da mesma, o patrimônio local passa a ser gerido pela Administração da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA mais próxima, até que venha a ser constituída novamente, quando for o caso.

Art. 65– Dar-se-á a extinção da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA, quando for comprovado que não mais existam membros que sigam a mesma Fé e Doutrina, em todo o Território Nacional. Dissolvida a CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA, far-se-á a sua liquidação de conformidade com este Estatuto e com a legislação em vigor no País.

Capítulo Sétimo
Disposições Gerais e Transitórias

Art. 66 - O presente estatuto pode ser reformado, em qualquer tempo, por deliberação do Conselho do Presbitério dos Anciãos ou Bispos; e Cooperadores presentes na reunião Extraordinária especialmente convocada para esse fim, não podendo ela deliberar, em primeira convocação, sem a maioria absoluta do Conselho dos Anciãos ou Bispos; e na conformidade com os demais que compõe o Presbitério, ou com menos de 1/3 (um terço) nas convocações seguintes, a qual entra em vigor na data de seu registro em cartório. Entretanto é determinantemente vedada a alteração de seus fins espirituais.

§ 2º As modificações no Estatuto devem ser imediatamente ratificadas em Assembléia Geral por todas as Administrações constituídas no País.

Art. 67 - Os casos omissos deste Estatuto são resolvidos pela Administração e referendados conforme as deliberações do Conselho dos Anciãos ou Bispo,   reunidos em Assembléia Geral, ouvidas, as entidades ou órgãos competentes, ou de acordo com a lei, quando a capacidade de seus órgãos sociais for insuficiente para tanto.

Art. 68 – Eventuais omissões deste Estatuto são supridas conforme as deliberações do Conselho dos Anciãos ou Bispo e Cooperadores, reunidos na forma prevista neste Estatuto.

Art. 69 - Fica eleito o Fórum da Comarca da Sede geral da Organização, para resolver qualquer ação fundamentada neste Estatuto.

REGIMENTO INTERNO INCLUSO:

Capitulo Oitavo


Art. 70 Autoridades Eclesiásticas de Ancião ou Bispo, Cooperador, Diácono, Cooperador de Jovens e Menores do Oficio Ministerial.

a)    Cooperador oficializado para atender uma ou mais Igrejas, cultos, Reuniões, visitas, e evangelização, Funeral e Outros.
b)    Diácono, Ordenado com Imposição de Mãos, para atender o Social da Igreja na Região, contando com auxilio das Irmãs Diaconisas Ou da Piedade.
c)    Cooperador de Jovens e menores Ordenado  para atender uma ou mais Igrejas de sua Regional, Onde tenha Reuniões de Jovens na sua  Regional.
d)    Ancião ou Bispo, Consagrado e Ungido com Óleo, para o atendimento sacro dos serviços Eclesiástico, de forma Geral, Presidira Assembléias de todas Regional na sua competência, Administrara todo atendimento Sagrado, e Ordenações, e consagrações de novos Obreiros no seu Estado, Responsabilidade superior aos demais Ministros eclesiástico. Escolhido de entre o Povo de Deus, Masculino Marido de Uma Mulher, reconhecido no Estado Civil Casado, com referencia Familiar e hábito na Palavra de Deus para ensinar, no Ensino e na compostura, servindo de exemplo para todo o Ministério e da CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA na sua localidade, região estado e de todo o Brasil, aos domésticos que estão dentro e fora da Igreja.

SACRAMENTO MATRIMONIAL:

Art. 71 É considerado a União Civil e Religiosa, quando o casal Homem e Mulher forem abençoados por Deus para geração de Família.

a)    Casamento Civil segundo a Lei do nosso Estado Maior mediante certidão de União perante a Lei.
b)    Casamento Religioso, quando nas Ordenanças Divina, o casal encontra de acordo a Palavra de Deus, será sacramentado e abençoado Por um Ministro do Ministério Eclesiástico, abençoando e certificando com um documento, onde afirma que não separe os homens aqueles que Deus uniu com Promessa.
c)    É considerada uma União Estável, quando o casal vive maritalmente comprovado há mais de cinco anos, Possuindo Filhos e testemunha de boa Vivencia, a Igreja realiza a Providencia a cerimônia e libera para serem Batizados, mediante documentos registrados em cartório.
d)    A CONGREGAÇÃO CRISTÃ UNIDA considera pecado, adultério, Traição de qualquer natureza, repúdio conjugal, quando acontece e estes venha a separarem, continua sendo Membros da Organização Religiosa, porem não ocupam cargos Eclesiásticos na Igreja, no caso de possuir fica vetado até a regularização conjugal, oferecendo um bom testemunho tanto aos que estão dentro e fora da Igreja.
e)    Esta Organização recomenda a liberdade sacra e Pura, evitando ocasião com o pecado, ou que cause malicia a outro, Saudação com sexo oposto apenas com aperto de Mãos, sendo um Representante da Igreja devem apresentar com maior pudor ao tratar com toda a Irmandade, procurando e apresentando com respeito e santidade.

Art. 72 Esta clausula, fará parte deste Estatuto e Regimento Interno, que será registrado e liberado a todos os membros, cabendo a mesma penalidade aos infratores, sendo mais severo com os que ocupam cargo nesta Organização, para servi-lo de exemplo para o Rebanho do Senhor Jesus.

FORMALIDADE:

SANTA CEIA.
Art. 72 A Santa ceia será servida uma vez no ano, de Preferência  Com Pão e Vinho natural.

a)    Servimos aos irmãos quando ajoelhado em forma de humildade e em comunhão, tomando do Pão e Vinho com a sua Própria mão.
b)    Servimos o Vinho e cálice separado, cumprindo a Palavra de Deus, Bebei todos dele, examinando a sua consciência. E Formalizando no acordo com a Saúde Publica nos recomenda.
c)    O Diácono Ora pelo Vinho e o Cooperador pelo o Pão, que após as orações simbolizam o corpo e Sangue do Senhor Jesus Cristo.
d)    Em casos especiais, as Irmãs Diaconisa auxiliam no atendimento, organização e Preparação, da Mesa, havendo necessidade podem ajudar a servi-lo.   Podem utilizar irmãs de bom testemunho para enxaguar os copos quando necessário.
e)    Os Preparativos do Pão, Vinho e organização da mesa é responsabilidade do Diácono, em conjunto com as Diaconisas ou Irmã da Piedade.
f)     Reconhecemos todo Batismo quando creu em Jesus Cristo efetuado por imersão nas águas, a Frase inspirada pelo Espírito Santo ao Apostolo Pedro Atos 02, arrependei voz dos vossos pecados, e seja batizado! Esta não altera a fé do batizando, quando creu e arrependeu-se e foi Emerso. Recomendamos a não rebatizar quem uma vez creu em Jesus Cristo, a frase usada aos novos convertidos é esta (IRMÃO-A - SEJA BATIZADO-a PARA PERDÃO DOS SEUS PECADOS EM NOME DE JESUS CRISTO). A Irmandade responde Amem.

Presidente da Administração: 

Secretário da Administração:

Tesoureiro da Administração:

Advogado:
                               OAB/PR





O presente Estatuto foi aprovado pela Assembléia Geral, realizada no dia 00/00/2013. Protocolado sob o nº 00000 e registrado sob o nº 0000, no Livro 0,0, em 00/00/2013, no Cartório do 00 Ofício da Comarca de Marilândia do Sul, Estado do Paraná.




















Um comentário:

luiz stabile disse...

Não existe no novo testamento ungir com óleo ou azeite ancião ou outro cargo. Existe sim orar com imposição de mãos. Azeite é só para enfermos.

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